quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Gente Mistério


Aquilo que eu amo
É o bicho que me consome
É laço de fita cor de rosa...
Eu também usei todos eles nos meus cabelos:
mas eu sempre fui diferente,
Os meus laços sempre apertaram


Como nem todo sapato que eu uso me cabe no pé
Porque sapato é que nem gente
Gente Mistério
Que queremos ficar dentro
Reter
El ogo tudo aperta
É uma aperto que dá medo.

2 comentários:

  1. Silvana,

    você não tem noção como me comovi com esse poema...lindo e que retrata o GRANDE MISTÉRIO DE SER GENTE...
    Parabéns por mais esse grande espaço..e quero te ver na telinha...
    Beijos
    e sucesso

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  2. Minha generosa e querida amiga...sem palavras!

    Silvana

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