Aquilo que eu amo
É o bicho que me consome
É laço de fita cor de rosa...
Eu também usei todos eles nos meus cabelos:
mas eu sempre fui diferente,
Os meus laços sempre apertaram
Como nem todo sapato que eu uso me cabe no pé
Porque sapato é que nem gente
Gente Mistério
Que queremos ficar dentro
Reter
El ogo tudo aperta
É uma aperto que dá medo.
É o bicho que me consome
É laço de fita cor de rosa...
Eu também usei todos eles nos meus cabelos:
mas eu sempre fui diferente,
Os meus laços sempre apertaram
Como nem todo sapato que eu uso me cabe no pé
Porque sapato é que nem gente
Gente Mistério
Que queremos ficar dentro
Reter
El ogo tudo aperta
É uma aperto que dá medo.
Silvana,
ResponderExcluirvocê não tem noção como me comovi com esse poema...lindo e que retrata o GRANDE MISTÉRIO DE SER GENTE...
Parabéns por mais esse grande espaço..e quero te ver na telinha...
Beijos
e sucesso
Minha generosa e querida amiga...sem palavras!
ResponderExcluirSilvana